Gilmar Mendes expulsou Carlos Bolsonaro do Facebook, Instagram e Twitter

Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro pelo PSL, amanheceu nesta terça-feira (12) com seus perfis pessoais nas redes sociais desativados. Logo que se soube que as contas de Carlos Bolsonaro não estavam no ar, uma teoria começou a circular online: que o ministro Gilmar Mendes, do STF, havia dado a ordem de censura e que o Motivo foi mobilização da hashtag #ImpeachmentGilmarMendes em redes sociais.

Leia uma das mensagens que circularam online:

ATENÇÃO BRASIL!. Carlos Bolsonaro foi expulso de todas as redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter) por ordem do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes após a mobilização da hashtag #ImpeachmentGilmarMendes Vamos compartilhar esse apelo!!! A nossa democracia está em risco eminente!!!. #SalvemaDemocracia

Afinal, será que Carlos Bolsonaro foi expulso de redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) por ordem de Gilmar Mendes?

Toda esta informação logo se espalhou pelos facebook e whatsapp, deixando muitas pessoas revoltada e espantadas, porém a Mensagem não procede da verdade.

Ao buscar pela informação de tal denúncia, nada encontramos além do mesmo texto. Vale dizer que a informação de censura não está balizada sequer pelos perfis de pessoas próximas a Carlos. Se tivesse existido ordem para que a conta fosse apagada, Eduardo, Flávio e até Jair teriam feito um escândalo. A “denúncia” também não está em nenhum local da mídia.

Além disso, a assessoria do Twitter informou que o Twitter não tomou qualquer medida em relação a essa conta.

Em nota divulgada à imprensa, a assessoria do ministro Gilmar Mendes informou que “A informação é falsa”. 

Também, o colunista Lauro Jardim, que apontam que foi Carlos Bolsonaro que resolveu “desativar as contas por um mês”. O motivo seria “porque está muito irritado”.

Conclusão: É #FAKE a informação que diz que Gilmar Mendes deu uma ordem para que as contas do vereador Carlos Bolsonaro no Twitter, Facebook e Instagram fossem apagadas é falsa. A informação não só não faz sentido como foi negada pelo ministro e por uma das redes sociais.